Mega drive-thru de vacinação do Hospital Dom Alvarenga será reaberto a partir do dia 21 de abril, seguindo as novas recomendações da Prefeitura de São Paulo

A ação vem sendo realizada pela equipe da Prefeitura, com apoio do Dom Alvarenga como uma das unidades de aplicação da vacina COVID, desde o dia 15 de março. A Instituição segue firme no combate à pandemia da COVID-19.

Selecionamos as principais dúvidas sobre a vacinação contra a COVID-19 no Hospital Dom Alvarenga. Consulte-as abaixo.

O horário de funcionamento do mega drive-thru é de segunda-feira a sexta-feira, das 08h00 às 17h00.

A entrada para a vacinação ocorre na Av. Nazaré, 1361.

A vacinação será aplicada pelos profissionais de saúde da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo.

O Governo do Estado de São Paulo é responsável por determinar os grupos prioritários para a vacinação. Para consulta-los acesse https://www.vacinaja.sp.gov.br/. Algumas cidades conseguem antecipar, em alguns dias, os grupos das faixas etárias.

Estamos seguindo o cronograma da Capital, de acordo com os instrutivos publicados no site da Prefeitura http://bit.ly/30YMCSC

A vacinação nos Mega Drives-Thrus será exclusivamente para:
– 1° Dose: Idosos e profissionais da educação;
– 2° Dose: pessoas que receberam a 1° dose no sistema Mega Drive-Thru.

Aos demais grupos elegíveis pelo Município, a vacinação será direcionada às 468 Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Drive-Thru das próprias UBS.

Todas as pessoas elegíveis à vacinação precisam levar um documento com foto e que contenha o CPF.

Profissionais da educação devem apresentar o comprovante Vacina Já Educação, com QR Code, e um comprovante de residência/vínculo empregatício na cidade de São Paulo.

Profissionais da saúde devem levar um documento que comprove a atividade.

Consulte todos os documentos necessários nos instrutivos publicados no site da Prefeitura http://bit.ly/30AyNK7).

No momento da vacinação, fique atento:

– Ao tipo de vacina que será aplicada;
– Acompanhe a aspiração da quantidade correta do frasco da vacina na seringa;
– Observe se a seringa que será aplicada contém a quantidade correta de vacina (0,5ml);
– Observe se ao finalizar a aplicação a seringa estará completamente vazia;
– Comprovante de vacinação: não esqueça de retira-lo após a aplicação da 1º dose e de leva-lo quando for tomar a 2º dose.

Não, a vacinação é realizada por ordem de chegada, respeitando-se a determinação dos grupos prioritários.

Não. O mega drive-thru só aplica a vacina para pacientes que estiverem de carro. Quem for elegível a tomar a vacina e estiver de a pé pode procurar as Unidades Básicas de Saúde (UBSs).

Sim, após 30 dias dos sintomas. Estudos afirmam que as vacinas não oferecem riscos para pessoas que já desenvolveram a doença, além de ser indicado pelo risco de reinfecção.
Para mais informações, consulte o agente do SUS na hora da vacinação.

Cerca de 15 dias após a vacinação, o indivíduo inicia a ativação do seu sistema imunológico: primeiro com a produção de anticorpos que inativam os vírus e impedem a contaminação das células e após algumas semanas, a resposta celular, que bloqueia a replicação viral. A proteção máxima será alcançada após a aplicação da segunda dose.

 

Não. É recomendando esperar 30 dias após os sintomas para tomar a vacina (primeira ou segunda dose).

Não. O paciente deve tomar a vacina que estiver disponível no local de vacinação.

Os indivíduos que tomaram a vacina CoronaVac/Sinovac devem tomar a segunda dose no período de 21 a 28 dias.

A segunda dose da vacina de Oxford/AstraZeneca deve ser aplicada no intervalo de 60 a 90 dias.

Sim. É obrigatório trazer o comprovante para que o agente de saúde identifique qual vacina foi aplicada na primeira dose e se o paciente está dentro do prazo para tomar a segunda dose.

Caso o indivíduo não possa retornar ao local de vacinação para tomar a segunda dose, dentro do prazo estipulado, é imprescindível que ele compareça assim que possível. É importante ressaltar que a proteção máxima contra a doença só ocorre após a aplicação da segunda dose.

O protocolo de estudos da vacina CoronaVac/Sinovac lista como possíveis efeitos colaterais do imunizante: dor local, hematoma, inchaço, rigidez e vermelhidão, cefaleia e febre. O protocolo de estudos da Oxford/AstraZeneca lista como efeitos colaterais: calafrios, febre, fadiga, dor nas articulações e mal-estar.

Os cuidados que devem ser mantidos após a imunização são os mesmos já orientados desde o início da pandemia: evitar aglomerações, respeitar o distanciamento social, utilizar adequadamente as máscaras (cobrindo boca e nariz) e realizar a higienização adequada das mãos.

Sim. Após a vacinação (primeira ou segunda dose) uma pessoa pode adquirir e transmitir a doença. Entretanto, a chance de isso acontecer, em comparação com um não vacinado, é bem menor. O objetivo central da vacina contra a COVID-19 é a redução de casos graves, com necessidade de hospitalizações, e consequente redução de mortalidade.

Não. O indivíduo precisa tomar a segunda dose do mesmo tipo de vacina da primeira dose.

São necessárias duas doses a fim de garantir imunidade completa com a eficácia máxima prevista nos estudos apresentados.