O mega drive-thru de vacinação do Hospital Dom Alvarenga permanece aberto para a vacinação contra a COVID-19.

A ação vem sendo realizada pela equipe da Prefeitura, com apoio do Dom Alvarenga como uma das unidades de aplicação da vacina COVID, desde o dia 15 de março. A Instituição segue firme no combate à pandemia da COVID-19.

Selecionamos as principais dúvidas sobre a vacinação contra a COVID-19 no Hospital Dom Alvarenga. Consulte-as abaixo.

O horário de funcionamento do mega drive-thru é das 08h00 às 17h00.

A entrada para a vacinação ocorre na Av. Nazaré, 1361.

A vacinação será aplicada pelos profissionais de saúde da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo.

Seguindo as recomendações da Prefeitura de São Paulo, estão elegíveis para a vacinação:

  • Adultos acima dos 18 anos;
  • Adolescentes entre 12 e 17 anos.

Consulte no site da Prefeitura de São Paulo os documentos necessários para cada público.

No momento da vacinação, fique atento:

– Ao tipo de vacina que será aplicada;
– Acompanhe a aspiração da quantidade correta do frasco da vacina na seringa;
– Observe se a seringa que será aplicada contém a quantidade correta de vacina (0,5ml);
– Observe se ao finalizar a aplicação a seringa estará completamente vazia;
– Comprovante de vacinação: não esqueça de retira-lo após a aplicação da 1º dose e de leva-lo quando for tomar a 2º dose.

Não, a vacinação é realizada por ordem de chegada, respeitando-se a determinação dos grupos prioritários.

Não. O mega drive-thru só aplica a vacina para pacientes que estiverem de carro. Quem for elegível a tomar a vacina e estiver de a pé pode procurar as Unidades Básicas de Saúde (UBSs).

Sim, após 30 dias dos sintomas. Estudos afirmam que as vacinas não oferecem riscos para pessoas que já desenvolveram a doença, além de ser indicado pelo risco de reinfecção.
Para mais informações, consulte o agente do SUS na hora da vacinação.

Cerca de 15 dias após a vacinação, o indivíduo inicia a ativação do seu sistema imunológico: primeiro com a produção de anticorpos que inativam os vírus e impedem a contaminação das células e após algumas semanas, a resposta celular, que bloqueia a replicação viral. A proteção máxima será alcançada após a aplicação da segunda dose.

Não. É recomendando esperar 30 dias após os sintomas para tomar a vacina (primeira ou segunda dose).

Não. O paciente deve tomar a vacina que estiver disponível no local de vacinação.

Os indivíduos que tomaram a vacina CoronaVac/Sinovac devem tomar a segunda dose no período de 21 a 28 dias.

A segunda dose da vacina de Oxford/AstraZeneca ou Pfizer/BioNtech deve ser aplicada no período de 12 semanas.

Para consultar qual imunizante está disponível basta entrar no site https://deolhonafila.prefeitura.sp.gov.br/, escolher o posto de vacinação e clicar em “Disponibilidade 2º dose”.

Sim. É obrigatório trazer o comprovante para que o agente de saúde identifique qual vacina foi aplicada na primeira dose e se o paciente está dentro do prazo para tomar a segunda dose.

Caso o indivíduo não possa retornar ao local de vacinação para tomar a segunda dose, dentro do prazo estipulado, é imprescindível que ele compareça assim que possível. É importante ressaltar que a proteção máxima contra a doença só ocorre após a aplicação da segunda dose.

Os efeitos mais comuns após a vacinação são: dor no local, inchaço, vermelhidão e rigidez, cefaleia, febre, calafrios e mal-estar.

Os cuidados que devem ser mantidos após a imunização são os mesmos já orientados desde o início da pandemia: evitar aglomerações, respeitar o distanciamento social, utilizar adequadamente as máscaras (cobrindo boca e nariz) e realizar a higienização adequada das mãos.

Sim. Após a vacinação (primeira ou segunda dose) uma pessoa pode adquirir e transmitir a doença. Entretanto, a chance de isso acontecer, em comparação com um não vacinado, é bem menor. O objetivo central da vacina contra a COVID-19 é a redução de casos graves, com necessidade de hospitalizações, e consequente redução de mortalidade.

Não. O indivíduo precisa tomar a segunda dose do mesmo tipo de vacina da primeira dose.

São necessárias duas doses a fim de garantir imunidade completa com a eficácia máxima prevista nos estudos apresentados.